sábado, 11 de novembro de 2017

POETA - LUIZ MONIZ BANDEIRA (Brasil, Salvador 30-12-1935- Alemanha, Heidelberg 10-11-2017)

no inverno de 1981/82, como professor visitante no Instituto de Ciência Política da Universidade, o professor doutor Luiz Alberto Vianna de Moniz Bandeira, ali conheceu Margot que veio a ser sua esposa.
Para ela, dedicou coroa de sonetos, dos quais publicamos apenas um: (Luiz Alberto Moniz Bandeira - St. Leon, inverno de 2001/2000)



I



Entre o castelo e a neve na montanha,
vi tua  imagem de manhã madura,
o azul vertendo sobre tua alvura,
à luz do sol que os campos brancos banha.

A cicatriz dos tempos lá perdura
e tua imagem a paisagem entranha,
contrastando a beleza morta e estranha
que o castelo arruinado configura.

Sobre ti resvalei e assim, depois,
o intenso amor, que mesmo ao frio se ergue,
desvaneceu o espaço entre nós dois.

Que meu corpo, que sobre o teu se vergue,
viva em teu ventre para sempre, pois
perdi meu coração em Heidelberg.



ALBERTO VASCONCELOS DA COSTA E SILVA - POETA BRASILEIRO

Alberto vasconcelos da Costa e Silva, é um conhecido diplomata (embaixador), autor, historiador e membro da Academia Brasileira de Letras. Recentemente recebeu o Prêmio Camões 2014.
 É descendente de portugueses, seu pai ANTONIO FRANCISCO DA COSTA E SILVA, era natural de .
Um grande poeta que conquistou diferentes pessoas com seu jeito harmonioso de ser.. Poemas De sua cidade Amarante- Piaui, Caracterizava uma das suas obras.

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Sangue (1908),
  • Elegia dos Olhos,
  • Poema da Natureza,
  • Clepsidra,
  • Zodíaco (1917),
  • Verhaeren (1917),
  • Pandora (1919),
  • Verônica (1927),
  • Alhambra (1925-1933), obra póstuma inacabada,
  • Antologia (coleção de poemas publicada em vida - 1934),

O poeta e embaixador  ALBERTO DE VASCONCELOS COSTA E SILVA, é descendente de português

Copiado da wikipédia:  
  • Antônio Francisco da Costa e Silva (Amarante)  , 28 de novembro de 1885 — Rio de Janeiro29 de junho de 1950) foi um poeta brasileiro.
    Começou a compor versos por volta de 1896, tendo seus primeiros poemas publicados em 1901. Todavia, seu primeiro livro de poesia, Sangue, somente foi lançado em 1908.
    Exerceu função pública na Presidência da República do Brasil, entre 1931 e 1945, a pedido do então presidente Getúlio Vargas. É o autor da letra do hino do Piauí.
    Pertenceu à Academia Piauiense de Letras, Cadeira 21, cujo patrono é o padre Leopoldo Damasceno Ferreira.
    Guilherme Luiz Leite Ribeiro disse que Costa e Silva era pavorosamente feio, o que influiu na sua carreira:
    "Nos tempos do barão do Rio Branco não havia concurso para ingressar na carreira diplomática, e a seleção era feita pessoalmente por ele, que conversava com os candidatos, em geral pessoas de família conhecida, de preferência bonitos e que falassem línguas estrangeiras. Antônio Francisco da Costa e Silva, ilustre poeta e pai do embaixador e acadêmico Alberto Vasconcellos da Costa e Silva, conversou com o barão sobre a possibilidade de ingresso na carreira, porém o chanceler foi taxativo: - Olha, o senhor é um homem inteligente, admiro-o como poeta, contudo não vou nomeá-lo porque o senhor é muito feio e não quero gente feia no Itamaraty..."1
    Poesias Completas
     (1950), coletânea póstuma.

HOMENAGEM PÓSTUMA A LUIZ VIANNA MONIZ BANDEIRA, À SUA PARTIDA DESTE MUNDO -

HOMENAGEM PÓSTUMA AO PROFESSOR DOUTOR LUIZ ALBERTO VIANNA MONIZ BANDEIRA (Brasil - Salvador 30-12-1935 - Heidelberg,Alemanha 10-11-2017





Obras do professor doutor, historiador, cientista político, escritor, poeta, Luiz Alberto Moniz Bandeira, que tem mais de 20 obras publicadas, entre as quais se destacam: 

  • 2005 - Formação do Império Americano (Da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque).
  • 2004 - As Relações Perigosas: Brasil-Estados Unidos (De Collor a Lula).
  • 2003 - Brasil, Argentina e Estados Unidos (Da Tríplice Aliança ao Mercosul), também traduzida e publicada na Argentina.
  • 2000 – O Feudo – A Casa da Torre de Garcia d’Ávila: da conquista dos sertões à independência do Brasil, Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 601 pp.
  • 1999 – Brasil – Estados Unidos no Contexto da Globalização, vol. II (2ª. revista, aumentada e atualizada de Brasil-Estados Unidos: A Rivalidade Emergente, São Paulo, Editora SENAC, 224 pp.
  • 1998 – De Martí a Fidel – A Revolução Cubana e a América Latina, Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 687 pp.
  • Brasil – Estados Unidos no Contexto da Globalização, vol. I (Terceira edição revista de Presença dos Estados Unidos no Brasil – Dois Século de História e Brasil, São Paulo, Editora SENAC, 391 pp.
  • 1995 - Brasil e Alemanha: A Construção do Futuro - Brasília, Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais / Fundação Alexandre de Gusmão, 1995 , 697 pp.
  • 1994 - O “Milagre Alemão” e o Desenvolvimento do Brasil - As Relações da Alemanha com o Brasil e a América Latina (1949-1994) - Editora Ensaio, São Paulo, 246 pp. Traduzida para o alemão: Das Deustche Wirtschaftswunder und die Brasilien Entwicklung, Frankfurt, Vervuert Verlag, 1995.
  • 1993 - Estado Nacional e Política Internacional na América Latina - O Continente nas Relações Argentina- Brasil - São Paulo, Editora Ensaio, 304 pp; 2ª. ed., 1995, 336 pp. 1995.
  • 1992 - A Reunificação da Alemanha - Do Ideal Socialista ao Socialismo Real - São Paulo, Editora Ensaio, 182 pp. 2ª. ed. revista, aumentada e atualizada, 2001, Editora Global/Editora da Universidade de Brasília, 256 pp.
  • 1989 – Brasil - Estados Unidos : A Rivalidade Emergente - 1955-1980 - Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 328 pp; 2ª. ed., São Paulo, Editora SENAC, 1999, 224 pp.
  • 1987 - O Eixo Argentina-Brasil (O Processo de Integração da América Latina) – Brasília, Editora da Universidade de Brasília, 118 pp.
  • 1985 - O Expansionismo Brasileiro (A Formação dos Estados na Bacia do Prata – Argentina, Uruguai e Paraguai - Da Colonização ao Império) - Rio de Janeiro, Editora Philobiblion, 291 pp. – 2ª . ed., 1995, Editora Ensaio /Editora da Universidade de Brasília, São Paulo, 246 pp. 3ª ed., 1998, Editora Revan/Editora da Universidade de Brasília, Rio de Janeiro, 254.pp.
  • _____ Trabalhismo e Socialismo no Brasil - A Internacional Socialista e a América Latina - São Paulo, Editora Global, 56 pp;
  • 1979 - Brizola e o Trabalhismo - Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 1ª e 2ª edições, 204 pp.
  • _____ A Renúncia de Jânio Quadros e a Crise Pré-64 - São Paulo, Editora Brasiliense, 180 pp.
  • 1975 - Cartéis e Desnacionalização (A Experiência Brasileira - 1964-1974) - Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 207 pp.; 2ª ,1975; 3ª ed., 1979
  • 1977 ‑ O Governo João Goulart - As Lutas Sociais no Brasil (1961-1964) - Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 186 pp.; 2ª ed. dezembro de 1977, 3ª, 4ª e 5ª ediçõe 1978; 6ª ed. 1983; 7ª ed. revista e aumentada, 320 pp. 2001.
  • 1973 - Presença dos Estados Unidos no Brasil (Dois Séculos de História) - Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 470 pp. 2ª ed., 1979; 3ª ed. São Paulo, Editora SENAC 1998, 391 pp.
  • 1967 - O Ano Vermelho - A Revolução Russa e seus Reflexos no Brasil - Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 418 pp.; 2ª ed., Editora Brasiliense, 1980.
  • 1963 - O Caminho da Revolução Brasileira - Rio de Janeiro, Editora Melso, 187 pp.
  • 1961 - O 24 de Agosto de Jânio Quadros - Rio de Janeiro, Editora Melso, 78 pp.
  • 1960 - Retrato e Tempo (poemas) - Salvador, Livraria e Editora Progresso, 57 pp.
  • 1956 - Verticais (poemas) - Rio de Janeiro, Serviço de Documentação do Ministério de Educação e Cultura, 44 pp.
  • A Desordem Mundial, O Espectro da Total Dominação, de Luíz Alberto Moniz Bandeira, foi lançado pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, foto abaixo. 
     






sábado, 4 de novembro de 2017

CANÇÃO GRÃO DE ARROZ, por AMÁLIA RODRIGUES

Amalia Rodrigues | LETRAS:

Amália Rodrigues - Grão De Arroz

AMÁLIA NA SUA SALA 

O meu amor é pequenino como um grão de arroz, É tão discreto que ninguém sabe onde mora. Tem um palácio de oiro fino onde Deus o pôs, E onde eu vou falar de amor a toda hora! Cabe no meu dedal, tão pequenino é, E tem o sonho ideal expresso em fé É descendente de um sultão, talvez do rei Saul, Vive na casa do botão do meu vestido azul!
O meu amor é pequenino como um grão de arroz Tem um palácio que o amor aos pés lhe pôs!
Quarto que foi de AMÁLIA RODRIGUES 









Ai, quando o amor vier, Seja o que Deus quiser!



O meu amor tem um perfume que saiu da flor, É devolvido no meu lenço de cambraia. E vem falar ao meu ouvido com tamanho ardor, Que tenho medo que da orelha me caia! Soeu segredos e pôs-se a pensar, Só recebi, sorri o meu olhar! O meu amor tem um apelo que é paixão, depois, É tão pequeno como um pequenino grão de arroz!
Ai, quando o amor vierSeja o que Deus quiser!
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